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AE3 PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURAEducação Física Unicesumar
ATIVIDADE 3 - EDU - PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA
1ª QUESTÃO
Em uma sequência de aulas sobre Práticas Corporais de Aventura (PCAs), uma professora propôs uma caminhada pelos arredores da escola. Durante o percurso, os estudantes identificaram áreas com descarte de resíduos, espaços verdes preservados e locais com pouca arborização. Na aula seguinte, a professora relacionou as observações às formas de ocupação dos espaços, às responsabilidades individuais e coletivas e ao direito da população a ambientes adequados para lazer e práticas corporais. Fonte: adaptado de: LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas corporais de aventura. Florianópolis: Arqué, 2026. Considerando a relação entre Educação Física, aventura e Educação Ambiental apresentada no material didático, assinale a alternativa que interpreta corretamente a abordagem desenvolvida pela professora:
ALTERNATIVAS
- A professora utiliza a experiência corporal para problematizar questões socioambientais, ampliando a compreensão dos estudantes sobre as relações entre ambiente, sociedade e práticas corporais.
- A professora distancia-se do conteúdo das PCAs ao discutir ocupação dos espaços e responsabilidades coletivas, pois a Educação Ambiental deve concentrar-se na conservação dos elementos naturais.
- A professora prioriza uma abordagem de preservação individual, na qual mudanças de comportamento dos estudantes são suficientes para solucionar os problemas ambientais observados.
- A professora transforma a caminhada em uma atividade exclusivamente ambiental, pois a análise das condições sociais do espaço elimina seu vínculo com as experiências corporais de aventura.
- A professora deveria restringir a discussão aos impactos causados pelos próprios praticantes de aventura, pois problemas urbanos mais amplos não estabelecem relação com a Educação Física.
2ª QUESTÃO
Um professor deseja trabalhar o surfe com estudantes dos anos iniciais, mas a escola está distante do litoral e não dispõe de pranchas. Em vez de abandonar o conteúdo, ele decide elaborar uma microaventura no pátio. Para isso, precisa escolher uma proposta que não seja apenas uma brincadeira com temática de praia, mas que incorpore elementos da lógica interna da modalidade e seja adequada à realidade escolar. LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas Corporais de Aventura. Florianópolis, SC: Arqué, 2026. Considerando os critérios apresentados no material didático para a elaboração de microaventuras, assinale a alternativa que apresenta uma proposta adequada para essa situação.
ALTERNATIVAS
- Realizar uma brincadeira de perguntas e respostas sobre praias brasileiras, utilizando imagens de surfistas para ambientar o espaço, sem experiências corporais relacionadas à modalidade.
- Organizar uma corrida convencional no pátio e denominar as equipes com nomes de praias, considerando que a narrativa relacionada ao surfe é suficiente para caracterizar uma microaventura.
- Criar um jogo de equilíbrio e deslocamento sobre superfícies demarcadas no chão, utilizando materiais acessíveis e uma narrativa relacionada ao surfe, simulando corporalmente elementos da modalidade com desafios compatíveis com os estudantes.
- Exibir vídeos de campeonatos de surfe e solicitar aos estudantes que reproduzam verbalmente as técnicas observadas, evitando adaptações corporais que não utilizem os equipamentos oficiais da modalidade.
- Adiar a vivência até que seja possível realizar uma visita à praia com equipamentos específicos, pois a lógica interna do surfe somente pode ser experimentada no ambiente original da modalidade.
3ª QUESTÃO
Durante uma aula de Educação Física, o professor organizou no pátio da escola um percurso no qual os estudantes precisavam transpor obstáculos, escolher diferentes caminhos e ajustar seus movimentos diante dos desafios encontrados. Antes da vivência, foram estabelecidos critérios de segurança e possibilidades de escolha durante o percurso. Ao final, os estudantes relataram que a necessidade de decidir como agir diante de situações não totalmente previsíveis tornou a experiência diferente das atividades que costumavam realizar. Fonte: adaptado de: LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas corporais de aventura. Florianópolis: Arqué, 2026. Considerando a situação apresentada e as características das Práticas Corporais de Aventura (PCAs) estudadas no material didático da disciplina, assinale a alternativa que interpreta corretamente a experiência proposta pelo professor:
ALTERNATIVAS
- A experiência aproxima-se das PCAs porque articula desafio corporal, imprevisibilidade, tomada de decisão e controle dos riscos durante a vivência.
- A experiência aproxima-se das PCAs porque prioriza a repetição dos movimentos até que todos os estudantes executem o percurso de maneira padronizada.
- A experiência distancia-se das PCAs porque atividades de aventura precisam necessariamente ser realizadas em ambientes naturais e afastados da escola.
- A experiência distancia-se das PCAs porque a definição prévia de critérios de segurança elimina a imprevisibilidade característica das práticas de aventura.
- A experiência aproxima-se das PCAs porque a superação dos obstáculos deve priorizar o desempenho individual e a comparação dos resultados entre os estudantes.
4ª QUESTÃO
As atividades de aventura podem ocorrer em diferentes contextos e demandam do profissional conhecimentos relacionados ao planejamento, orientação e condução das práticas. Nesse sentido, a atuação profissional não se limita à execução de técnicas, pois envolve responsabilidades relacionadas às características da atividade, aos participantes e às condições em que a intervenção será realizada. Fonte: adaptado de: LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas corporais de aventura. Florianópolis: Arqué, 2026. Considerando os elementos orientadores e legisladores apresentados no material didático e a Resolução CONFEF nº 046/2002, assinale a alternativa que interpreta corretamente a atuação do profissional de Educação Física nas atividades de aventura:
ALTERNATIVAS
- A intervenção profissional compreende diferentes atribuições relacionadas às atividades físicas e esportivas, incluindo planejamento, organização, orientação e avaliação, de acordo com o campo de atuação do profissional.
- A intervenção profissional nas atividades de aventura restringe-se à demonstração das técnicas específicas das modalidades, enquanto planejamento e avaliação são atribuições das instituições responsáveis pela atividade.
- A atuação do profissional de Educação Física limita-se às atividades realizadas em instalações esportivas convencionais, não abrangendo práticas corporais desenvolvidas em ambientes naturais.
- A competência profissional nas atividades de aventura é determinada exclusivamente pela experiência prática acumulada na modalidade, independentemente das atribuições previstas para a intervenção profissional.
- A intervenção do profissional de Educação Física ocorre somente durante a realização da atividade, pois as etapas de planejamento e organização antecedem formalmente seu campo de atuação.
5ª QUESTÃO
Uma professora pretende desenvolver uma experiência inspirada no parkour com uma turma do Ensino Fundamental. A escola possui pátio, quadra, cones, cordas, bancos e colchonetes, mas não conta com estruturas específicas para a modalidade. Ao planejar a aula, a professora decide utilizar os recursos disponíveis para criar situações de deslocamento, equilíbrio e transposição de obstáculos, organizadas progressivamente e de acordo com as possibilidades dos estudantes. Fonte: adaptado de: LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas corporais de aventura. Florianópolis: Arqué, 2026. Considerando a intervenção pedagógica com as Práticas Corporais de Aventura no contexto escolar, analise as afirmativas a seguir: I. A utilização dos materiais disponíveis na escola pode viabilizar a experiência, desde que as adaptações preservem elementos da prática corporal tematizada. II. A organização dos obstáculos deve considerar as características dos estudantes, permitindo adequações quanto à complexidade dos desafios. III. A progressão pedagógica pode partir de movimentos e obstáculos mais simples e avançar conforme os estudantes desenvolvem confiança e domínio das ações propostas. IV. A ausência de equipamentos específicos exige que o professor substitua a experiência corporal por conteúdos teóricos, evitando descaracterizar a modalidade. V. A mediação do professor permanece necessária durante a vivência, mesmo quando os estudantes já compreenderam a organização inicial da atividade. É correto o que se afirma em:
ALTERNATIVAS
- I, II e IV, apenas.
- I, III e IV, apenas.
- II, IV e V, apenas.
- I, II, III e V, apenas.
- I, II, III, IV e V.
6ª QUESTÃO
Uma escola realizará uma sequência de Práticas Corporais de Aventura (PCAs) com uma turma que apresenta diferentes níveis de experiência e condições de participação. Ao elaborar as aulas, o professor percebe que algumas propostas podem criar barreiras relacionadas às condições econômicas, às capacidades funcionais e às diferenças individuais dos estudantes. Diante disso, decide revisar seu planejamento para ampliar as possibilidades de participação sem retirar o caráter desafiador das experiências. Fonte: adaptado de: LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas corporais de aventura. Florianópolis: Arqué, 2026. Considerando a necessidade de promover boas práticas no ensino das PCAs, sobre as decisões que podem ser adotadas pelo professor, analise as afirmativas a seguir: I. Adaptar materiais e formas de participação quando necessário, buscando preservar os objetivos pedagógicos da experiência. II. Organizar diferentes níveis de desafio, permitindo que os estudantes participem de acordo com suas possibilidades e avancem progressivamente. III. Utilizar alternativas de menor custo quando a exigência de equipamentos específicos puder constituir uma barreira à participação. IV. Formar grupos fixos de acordo com o desempenho dos estudantes, destinando as experiências de maior complexidade exclusivamente àqueles que demonstrarem maior habilidade. V. Considerar as diferenças existentes entre os estudantes no planejamento, buscando condições de participação sem eliminar os desafios próprios das PCAs. É correto o que se afirma em:
ALTERNATIVAS
- I, II e IV, apenas.
- I, III e IV, apenas.
- II, III e V, apenas.
- I, II, III e V, apenas.
- I, II, III, IV e V.
7ª QUESTÃO
Após uma sequência de aulas sobre skate, um professor dos anos iniciais deseja verificar o que os estudantes compreenderam sobre a modalidade, sem limitar a avaliação a uma prova escrita ou à execução técnica sobre o skate. Para isso, disponibiliza papelão, palitos, materiais recicláveis e outros recursos e solicita que as crianças construam, em pequenos grupos, uma maquete de um espaço para a prática, representando obstáculos, percursos e possibilidades de movimento. Fonte: adaptado de: LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas corporais de aventura. Florianópolis: Arqué, 2026. Considerando as possibilidades de sondagem da aprendizagem das Práticas Corporais de Aventura (PCAs) apresentadas no material didático, assinale a alternativa que apresenta a utilização mais adequada da maquete nessa situação:
ALTERNATIVAS
- Avaliar principalmente a qualidade estética da maquete e a habilidade manual dos estudantes, pois a fidelidade visual do produto demonstra o domínio da prática corporal.
- Utilizar a construção e a explicação da maquete para identificar como os estudantes representam elementos da modalidade, permitindo ao professor observar conhecimentos construídos durante as aulas.
- Considerar a maquete apenas como atividade recreativa de encerramento, pois conhecimentos sobre práticas corporais somente podem ser avaliados por meio da execução dos movimentos.
- Exigir que a maquete reproduza uma pista oficial de skate em escala e com materiais específicos, pois adaptações comprometem a validade desse recurso de avaliação.
- Utilizar a maquete para substituir todas as demais formas de acompanhamento da aprendizagem, concentrando a avaliação exclusivamente no produto construído ao final da sequência.
8ª QUESTÃO
Determinadas Práticas Corporais de Aventura (PCAs) estão associadas ao uso de equipamentos específicos, serviços especializados ou espaços cuja utilização pode envolver custos financeiros. Essas características fazem com que as possibilidades de contato com essas práticas sejam diferentes entre os grupos sociais. Ao discutir a inserção das PCAs nas aulas de Educação Física, uma equipe pedagógica passou a analisar de que maneira essas manifestações poderiam ser abordadas no contexto escolar, considerando as condições disponíveis e as diferentes realidades vivenciadas pelos estudantes. Fonte: adaptado de: LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas corporais de aventura. Florianópolis: Arqué, 2026. Considerando o contexto social e econômico das PCAs apresentado no material didático, assinale a alternativa que interpreta corretamente o papel da escola diante das desigualdades de acesso a essas práticas:
ALTERNATIVAS
- A escola pode contribuir para democratizar o acesso às PCAs ao possibilitar experiências pedagógicas a estudantes que poderiam encontrar barreiras econômicas para vivenciá-las em outros contextos.
- A escola deve priorizar as PCAs que necessitam de menor investimento financeiro, excluindo do currículo aquelas originalmente vinculadas a equipamentos e serviços especializados.
- A expansão comercial das PCAs garante sua democratização, pois o aumento da oferta de equipamentos e serviços torna essas experiências igualmente acessíveis aos diferentes grupos sociais.
- A função da escola consiste em apresentar teoricamente as PCAs de maior custo, enquanto sua experimentação deve permanecer restrita aos espaços especializados disponíveis fora do ambiente escolar.
- A inserção das PCAs na escola elimina as diferenças econômicas existentes fora dela, pois o acesso ao conhecimento escolar assegura aos estudantes as mesmas oportunidades de prática em outros contextos.
9ª QUESTÃO
Uma rede de ensino decidiu revisar a presença das Práticas Corporais de Aventura (PCAs) em seu currículo. A equipe pedagógica considerou inadequado repetir as mesmas experiências em todas as etapas da Educação Básica e propôs que os desafios fossem reorganizados conforme o desenvolvimento dos estudantes. Assim, as experiências deveriam avançar progressivamente da exploração lúdica para situações que exigissem maior autonomia, tomada de decisão e reflexão. Fonte: adaptado de: LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas corporais de aventura. Florianópolis: Arqué, 2026. Considerando a progressão pedagógica das PCAs ao longo da Educação Básica apresentada no material didático, analise as afirmativas a seguir: I. Na Educação Infantil, podem ser propostas experiências lúdicas e simbólicas que explorem o corpo e o espaço por meio de pequenos desafios. II. No Ensino Fundamental I, podem ser introduzidas noções de risco controlado por meio de atividades cooperativas adequadas às possibilidades dos estudantes. III. No Ensino Fundamental II, os estudantes podem assumir maior autonomia em experiências que envolvam planejamento, tomada de decisão e responsabilidade coletiva. IV. No Ensino Médio, a abordagem pode ampliar-se para a análise crítica de questões como consumo, turismo de aventura, sustentabilidade e ética ambiental. V. A progressão curricular pressupõe que as mesmas atividades sejam repetidas em todas as etapas, modificando-se apenas a quantidade de tempo destinada às vivências. É correto o que se afirma em:
ALTERNATIVAS
- III e IV, apenas.
- I, II e V, apenas.
- II, III e IV, apenas.
- I, II, III e IV, apenas.
- I, II, III, IV e V.
10ª QUESTÃO
Uma empresa de turismo pretende oferecer uma experiência de aventura em uma região conhecida por seus atrativos naturais. O roteiro prevê deslocamento até o destino, hospedagem, alimentação e a realização de atividades de aventura. Durante o planejamento, a equipe discute se basta disponibilizar a modalidade escolhida ou se a experiência precisa considerar também as características do destino, a organização dos serviços e as expectativas dos visitantes. Fonte: adaptado de: LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas corporais de aventura. Florianópolis: Arqué, 2026. Considerando as relações entre turismo e aventura apresentadas no material didático, assinale a alternativa que apresenta a decisão mais coerente para a organização dessa experiência:
ALTERNATIVAS
- Concentrar o planejamento exclusivamente na execução técnica da modalidade, pois os demais serviços turísticos não interferem na experiência de aventura do visitante.
- Articular a prática de aventura aos atrativos do destino e aos diferentes serviços envolvidos na viagem, considerando que a experiência turística ultrapassa a realização isolada da modalidade.
- Priorizar a maior quantidade possível de atividades de aventura, pois a diversidade de modalidades é o principal elemento para caracterizar uma experiência como turismo de aventura.
- Organizar a atividade independentemente das características do destino, pois o turismo de aventura é definido pela modalidade praticada e não pela experiência proporcionada no local visitado.
- Separar a prática de aventura dos demais componentes da viagem, pois hospedagem, alimentação e deslocamento pertencem ao turismo convencional e não integram a organização do turismo de aventura.
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